Inflação é maior para os mais pobres, mostra Ipea

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A inflação afeta a vida financeira de toda população de um país, mas os mais pobres sofrem ainda mais com a corrosão dos preços ao longo do tempo. 

De acordo com dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada),  as famílias de renda mais baixa tiveram a maior alta inflacionária no mês de janeiro, com variação de 0,63%. Em contrapartida, a faixa de renda alta foi a que registrou a menor taxa de inflação no período (0,34%).

Segundo o Ipea, o impacto da alta dos alimentos foi bem mais intenso para as famílias de renda muito baixa. 

Os expressivos aumentos dos produtos alimentícios como a cenoura (27,6%), laranja (14,9%), banana (11,7%) e batata (9,7%) –, além das carnes (1,3%), do café (4,8%) e do óleo de soja (1,4%), fizeram com que a alta do grupo de alimentos e bebidas fosse responsável por quase metade da inflação apurada no segmento de renda mais baixa, mostraram os analistas do instituto.

Inflação acumulada em 12 meses

No acumulado de doze meses, a maior alta da inflação foi verificada no segmento de famílias de renda média-baixa, com taxa de 10,8%. O número ficou um pouco acima da taxa observada pela faixa de renda muito baixa, que teve inflação de 10,5% no mesmo período.

Já as famílias de alta renda tiveram inflação menor nestes 12 meses, de 9,6%, de acordo com o Ipea.

De acordo com o levantamento, para as famílias de renda mais baixa, a maior pressão inflacionária nos últimos doze meses reside no grupo de habitação, impactado pelos reajustes de 27% das tarifas de energia elétrica e de 31,8% do gás de botijão de gás.

Saiba mais: Inflação implícita: entenda este conceito importante para os investimentos

Como se proteger da inflação

Para os mais pobres, que não possuem acesso a produtos de investimentos adequados, os efeitos da inflação são muito mais difíceis de serem amenizados.

Já aqueles que possuem mais recursos e acesso à informação devem criar uma carteira de investimentos diversificada, que possua exposição a várias classes de ativos, respeitando seu perfil de risco.

Quando o investidor monta uma carteira convexa, com ativos que estão enquadrados na etapa correta do ciclo econômico, a tendência é que seu retorno de médio de longo prazo seja mais elevado e consistente, bem acima da perda de valor do dinheiro pela inflação. 

Ativos como ouro, prata e o próprio bitcoin possuem uma proteção natural contra a inflação e tendem a proteger a carteira da perda de valor do dinheiro no médio e longo prazo. 

Você precisa proteger seus investimentos da corrosão pela inflação e preservar seu patrimônio ao longo dos anos!

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