insights

5 erros do investidor e como fugir deles

15.Fevereiro.2021

O mercado financeiro tem se tornado cada vez mais popular no Brasil e a busca por aplicações financeiras cresce a cada dia. No entanto, para ter sucesso nos investimentos e evitar sustos desnecessários é preciso buscar conhecimento sólido e ficar atento às armadilhas do mercado.

Neste artigo, listamos 5 erros comuns dos investidores e mostramos como se esquivar deles. Confira abaixo:

1 – Não buscar conhecimento de base

O conhecimento de base é fundamental para que você possa tomar as melhores decisões e consiga entender o racional por trás dos ativos financeiros que fazem parte da sua carteira. Compreender conceitos de macroeconomia e de finanças vai ajudar com que você se torne um investidor mais completo e tenha mais sucesso nas suas escolhas.

Mas lembre-se de que para adquirir conhecimento de base é necessário estudo e dedicação, com a leitura de bons livros, artigos e sites especializados. Todo material de qualidade e com boa procedência que você puder acessar será valioso nesta busca por mais entendimento do mundo financeiro e permitirá que você compreenda conceitos que antes pareciam muito distantes da sua realidade.

2 – Seguir a manada

Investir em determinado ativo apenas porque muitas pessoas estão indo nesta direção é um dos erros mais comuns dos investidores e pode causar perdas significativas. Este comportamento de seguir outros investidores sem saber o motivo, buscando lucro a qualquer custo é conhecido como Efeito Manada. O nome vem do movimento dos animais, que costumam correr na mesma direção quando um dos integrantes do grupo sai em disparada.

Mas se no mundo animal esta atitude pode salvar a vida dos rebanhos diante de predadores, no mercado financeiro ela tem efeito contrário: quem vai atrás de outros investidores de maneira irracional costuma sofrer fortes perdas, que podem arruinar as finanças.

Por isso, é importante ter conhecimento de base para poder avaliar as situações por conta própria e tomar as melhores decisões com embasamento, evitando cair na armadilha de copiar o movimento de outros investidores.

3 – Buscar o lucro a todo custo

Buscar o lucro a todo custo, correndo riscos acentuados e desnecessários para tentar enriquecer no mercado financeiro é uma atitude comum, mas extremamente perigosa. Os investimentos devem ser vistos como uma maneira de preservar o patrimônio que você adquiriu com o esforço do seu trabalho e seu foco principal deve ser na proteção dos seus ativos.

Pensando e agindo de maneira convexa, o investidor sobreviverá às crises e a momentos de turbulências no mercado e conseguirá aproveitar todas as oportunidades durante toda sua vida. “Para obter ganhos consistentes e mudar de patamar, é preciso, antes de tudo, sobreviver”, afirma Richard Rytenband, economista e CEO da Convex Research.

 4 – Não diversificar a carteira de forma global

Um investidor que não diversifica sua carteira de forma internacional está correndo um grande risco de perder poder de compra em dólar. Não se esqueça de que uma boa parte do que consumimos tem influência do dólar em seu preço, sem contar nos produtos que adquirimos e que são diretamente importados. Além disso, gastamos frequentemente com viagens internacionais de lazer, negócios ou estudos.

Isso mostra que diversificar a carteira internacionalmente é fundamental e essa necessidade ficou ainda mais evidente em 2020, com a crise provocada pela pandemia de Covid-19.

O ponto de partida para a construção de um portfólio global, com alocação em todas as classes de ativos, é a compreensão de que estágio a economia mundial se encontra. “Para isso, é necessário conhecimento de base para entender de forma detalhada as características específicas de cada etapa do ciclo, bem como quais classes de ativos são favorecidas ou não para aquela dinâmica”, afirma Rytenband.

 5 – Não se preocupar com os ciclos de mercado

Entender os ciclos de mercado e compreender suas características básicas é muito importante, já que a definição dos ativos que serão incluídos na carteira depende da etapa do ciclo que nos encontramos. 

“A partir do conhecimento do cenário base é possível definir o percentual de cada classe de ativo na carteira e que tipo de postura deve ser adotada, mais agressiva ou defensiva. Este é mais um exemplo da importância de adquirir conhecimento de base, entender com profundidade os ciclos econômicos e os fundamentos que guiam cada classe de ativo”, conclui Rytenband.

 
Banner Insights

Convex

Receba nossa Newsletter

Este site usa cookies para garantir que você obtenha a melhor experiência.
Ver Política de Privacidade