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Bitcoin se mostrou uma boa alternativa para os investidores em 2020

06.Outubro.2020

Um investidor que comprou 1 bitcoin no dia 31 de dezembro de 2019 pagou R$ 29.105. Hoje, esse investidor teria R$ 60.100, uma valorização de 105% em pouco mais de nove meses.

A forte alta no ano faz jus à fama do bitcoin, considerado uma alternativa para proteger parte do portfólio de investimentos. Apesar da significativa performance do ativo, para aproveitar este tipo de valorização é preciso ter perfil de risco para aguentar os momentos de queda. Em março, por exemplo, o preço do bitcoin chegou a cair 35% em um único dia por conta do aperto de liquidez causado diante das fragilidades econômicas e a crise gerada pela Covid-19.

Diante de situações como estas, o investidor que seguiu norteado pelos fundamentos e se baseou no valor - e não no preço - manteve a aplicação e se beneficiou da forte alta que aconteceu nos meses seguintes.

“A manada é guiada por preços, enquanto o investidor consistente sempre se baseia em fundamentos”, diz Richard Rytenband, economista e CEO da Convex Research.

Mas com tantas variáveis em jogo, como é possível acompanhar os fundamentos do bitcoin e de outras criptomoedas para saber se vale ou não a pena investir e surfar nos ciclos de alta?

Esse é justamente o objetivo do relatório CFM (Cripto Fragility Model), da Convex. Com uma metodologia exclusiva, que utiliza big data para coletar e analisar milhares de informações das criptomoedas  e calcular em tempo real seu nível de fragilidade, a carteira de criptomoedas do CFM acumula valorização de + 140% este ano (até o dia 5 de outubro), bem acima do retorno isolado do bitcoin.

O CFM segue os conceitos de antifragilidade e busca a preservação de capital, sempre respeitando e acompanhando os grandes ciclos de mercado e evitando uma exposição a riscos muito elevada.

No final de 2017, por exemplo, a euforia tomou conta dos investidores após um forte ciclo de alta do Bitcoin. Naquela época, o Cripto Fragility Model mostrava índices altíssimos de fragilidade em todas as escalas de tempo.

Era uma situação de concavidade, em que havia pouco a ganhar e muito a perder e por isso o modelo indicava que era hora de reduzir a exposição. Pouco tempo depois, o preço do bitcoin desabou.

Para se ter ideia da importância de fazer uma análise criteriosa antes de investir neste tipo de ativo, em meio as mais de 6.000 criptomoedas existentes em todo o mundo, apenas 29 passam nos filtros de modelagem do CFM.

“A ferramenta foi construída para permitir ganhos consistentes ao longo do tempo. Não queremos vencer o mercado, mas nos esquivar dos seus piores momentos para aproveitar os retornos que ele oferece”, diz Rytenband.

Tanto o CFM quanto o Visa Ações abriram a última oportunidade do ano para receber novos assinantes em outubro deste ano e as vagas já esgotaram. Nova oportunidade abrirá em fevereiro de 2021. Para mais informações, nos envie um email em contato@convexresearch.com.br

 

 

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