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Mercado tenso com Petrobras, Ibovespa e dólar? Os sinais antecipavam o problema

22.Fevereiro.2021

Muitos investidores enfrentam momentos de grande tensão desde a última sexta-feira (19), após o anúncio do presidente Jair Bolsonaro sobre a troca de comando na Petrobras. A temida ingerência na estatal, que tanto prejudica os acionistas, mostrou a sua cara da maneira mais clara possível.

Há menos de duas semanas, publicamos um artigo falando justamente sobre o risco que os investidores da Petrobras estavam correndo. Naquela oportunidade, destacamos que haviam muitos temores sobre uma intervenção estatal na empresa, já que as atitudes recentes em relação à política de preços já indicavam esse tipo de ingerência.

Como sabemos, é impossível prever o futuro. Mas o mercado dá muitos sinais e é preciso aceitá-los e se preparar da melhor maneira possível para o que pode acontecer. Afinal, quem não tem humildade perante a incerteza dificilmente sobrevive no mercado financeiro.

Os investidores da petrolífera enfrentaram um final de semana de apreensão. O anúncio da troca de comando foi feito quando a bolsa brasileira já estava fechada, mas em Nova Iorque o mercado ainda funcionava e o preço das ADRs da Petrobras desabaram 10%. Mas quando a Bolsa brasileira abriu nesta segunda-feira, o tombo foi bem pior. As ações desabaram 20% logo no início do pregão da B3 e as perdas se mantiveram acentuadas ao longo do dia. Os papéis ON da petrolífera fecharam em queda de 20,48%, enquanto os PN desabaram 21,51%.

Na mesma linha, as ações do Banco do Brasil e da Eletrobras também enfrentaram um dia de forte queda, com o mercado apreensivo sobre possíveis intervenções do governo nessas companhias. Com isso, o Ibovespa encerrou em baixa de 4,87%, aos 112.667 pontos.

Como também era de se esperar, o dólar teve um dia de forte valorização. Mesmo com intervenções do Banco Central para tentar conter a disparada da moeda, a alta foi de 1,26% a R$ 5,455.

"Eu venho orientando há bastante tempo sobre a tendência de valorização do dólar ante o real, além do final do ciclo de valorização das ações. Por isso, todo esse movimento de forte queda na Bolsa e as perdas do real não impactaram os assinantes da Convex Research, muito pelo contrário", afirma Richard Rytenband, economista e CEO da Convex Research.

"Com o nosso portfólio convexo, onde as perdas são sempre limitadas e as chances de ganhos são maiores e ilimitadas, mantemos uma exposição com risco controlado e assim permaneceremos investidores por toda a vida, aproveitando as oportunidades que surgem ao longo do caminho", conclui o economista.

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