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Real disputa com peso argentino o título de moeda mais fraca dos emergentes

24.Fevereiro.2021

O real segue na briga com o peso argentino na disputa entre as moedas mais fracas entre os países emergentes. Entre os dias 1 de janeiro e 23 de fevereiro a desvalorização do real ante o dólar foi de 4,77%, enquanto o peso argentino recuou 6,39%.

Importante lembrar que a Argentina passa por um momento muito delicado, com risco de não honrar com sua dívida pública. Em agosto do ano passado, o governo argentino fechou um acordo com credores para reestruturar quase US$ 65 bilhões da dívida internacional e tentar evitar o calote iminente.

Por lá, o PIB  (Produto Interno Bruto) deve recuar mais de 12% em 2020, o pior resultado entre os países do G20, e a taxa de desemprego já é a maior em 16 anos. Mais de 40% da população argentina está na faixa de pobreza, o pior número desde 2004.

No Brasil, as fragilidades econômicas e fiscais seguem pressionando a cotação da moeda nacional. Enquanto a Receita Líquida (composta basicamente pela soma dos impostos arrecadados) enfrenta forte queda, a Despesa Total Primária (sem contar os juros da dívida) vem aumentando consideravelmente.

A situação já vinha piorando nos últimos anos, mas a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus afetou a arrecadação de impostos e aumentou os gastos do governo, aumentando o rombo fiscal no país. No ano passado, o déficit primário (desconsiderando os juros da dívida pública) atingiu o recorde de R$ 702,9 bilhões.

Já a Dívida Bruta do Governo encerrou o ano passado em 89,3% do PIB.  Esse número poderia ser ainda pior se o país utilizasse a metodologia internacional de medição da dívida, que inclui também os títulos de dívida que estão na carteira do Banco Central. Neste caso a dívida já teria ultrapassado 100% do PIB, o que é gravíssimo.

Com tantas fragilidades, o real continua em trajetória de queda e é fundamental que os investidores protejam seu patrimônio da desvalorização da moeda. Apenas no ano passado, o dólar se valorizou 30% ante o real e quem não tinha exposição em ativos dolarizados perdeu boa parte do patrimônio em termos globais.

Em 2021 a situação segue parecida. Por isso, investir ao menos parte do patrimônio em ativos que acompanhem o desempenho do dólar é fundamental para qualquer pessoa que pretende ter uma carteira de investimentos convexa e se manter investidor por toda a vida.

A alta do dólar impacta nos preços dos produtos, principalmente no atacado, e isso pode ser visto claramente na disparada do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que subiu mais de 23% em 2020.

Além disso, as viagens internacionais de lazer, negócios ou estudos também ficam mais caras – e em alguns casos, até inacessíveis - se você não tiver uma proteção adequada da sua carteira com ativos em dólares.

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