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Real é a moeda que mais se desvalorizou no ano; saiba como proteger seu patrimônio

05.Outubro.2020

O real é a moeda que mais perdeu valor em relação ao dólar em 2020, com uma queda de 40% desde o começo do ano. Os motivos desta forte desvalorização se concentram principalmente em torno da fragilidade econômica que o Brasil vem enfrentando e que se agravou com a pandemia de Covid-19, quando as nossas vulnerabilidades fiscais se acentuaram ainda mais e provocaram um forte aumento do rombo nas contas públicas.

Com isso, o investidor que manteve suas aplicações apenas em ativos brasileiros, sem nenhuma exposição às moedas fortes, como o dólar, provavelmente “empobreceu” em termos globais em 2020.

Neste caso estamos apenas falando da desvalorização da moeda, sem contar as perdas em ativos específicos, como as ações. Para se ter ideia, o Ibovespa (principal índice da Bolsa brasileira), acumula uma queda de 18% em 2020.

Já as principais Bolsas dos EUA registram ganhos no acumulado do ano: o índice Nasdaq, que concentra as maiores empresas de tecnologia, acumula forte alta de 29%, enquanto o S&P500, principal índice de ações norte-americano, avançou 4,5% desde janeiro.

Ou seja, além de não ter se protegido da alta do dólar, o investidor que alocou toda sua parcela de investimento em ações apenas na Bolsa brasileira está com uma perda média de 18% em 2020, enquanto aquelas pessoas que adotaram uma exposição com diversificação global conseguiram proteger ao menos parcela do seu capital investido.

Montar uma carteira global, que leve em consideração ativos negociados nas bolsas dos EUA (já que multinacionais do mundo todo são listadas lá) é fundamental para se proteger dos eventuais solavancos do mercado e também para aumentar as chances de retorno, principalmente considerando o longo prazo.

Para Richard Rytenband, economista e CEO da Convex Research, o ponto de partida para a construção de um portfolio global, com alocação em todas as classes de ativos, é a compreensão de que estágio a economia mundial se encontra.

“Para isso é necessário conhecimento de base para entender de forma detalhada as características específicas de cada etapa do ciclo, bem como quais classes de ativos são favorecidas ou não para aquela dinâmica. A partir desse cenário base, é possível definir o percentual meta de cada classe de ativo (eu chamo de gavetas do portfólio global) e que tipo de postura deve ser adotada, mais agressiva ou defensiva”, explica.

Uma prova da importância dessa diversificação internacional, que protege o patrimônio  é o retorno da carteira recomendada do relatório Visa Ações, criada pela Convex Research. Só este ano, a carteira acumula uma alta de 40,91%  até o dia 05 de outubro, ante queda de 18% do Ibovespa, como mostra o gráfico abaixo:

 

O Visa Ações é um modelo proprietário específico para mercado acionário, que procura filtrar os sinais dos ruídos para o investidor, analisando diversas métricas de valoraçãoindicadores econômicos antecedentesindicadores de sentimento e ação dos preços

Tanto o Visa Ações, quanto o relatório CFM (Cripto Fragility Model) abriram para novos assinantes no dia 5 de outubro e as vagas esgotaram em 24h. Esta foi a última oportunidade do ano para se tornar assinante da Convex Research.  Novas vagas serão abertas em fevereiro de 2021. Para mais informações, nos envie um email em contato@convexresearch.com.br

 

 

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