Entenda o modelo de Mark Minervini: como explicar movimento dos preços de uma ação

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Com mais de 37 anos de experiência no mercado, Mark Minervini é tido por muitos como o maior trader da atualidade.

As primeiras ações que Mark comprou, no ano de 1983, foram da empresa Alis Chalmer, vendedora de tratores e empilhadeiras. Com pouco recurso na época, conheceu Richard Love através da obra “Superperformance Stocks”, que mudou completamente sua visão e estratégia.

No início, seu objetivo era simplesmente conseguir se sustentar por meio dos lucros que obtinha com suas operações. Porém, passando a pôr em prática a sua mentalidade, conseguiu aumentar substancialmente seu capital, e chamando a atenção como personalidade dentro do mercado financeiro.

Desde então, além da atuação como trader profissional, Mark se dedica ao serviço de conhecimento de base à traders através de uma plataforma online que permite aos usuários a experiência de ter acesso em tempo real às duas recomendações de compra e venda, comentários de mercado e pesquisa mais aprofundadas, a chamada Minervini Private Access

Como um dos aspectos de sua estratégia construída ao longo dessas quase quatro décadas de mercado, Minervini elaborou uma espécie de modelo que detalha e explica como ocorre a movimentação dos preços de uma ação, separando o processo em 4 fases principais.

E é sobre cada um desses estágios que nós, em conjunto com Renan Zanella, integrante da equipe de análise e educacional da Convex Research, vamos abordar neste artigo.

Fase 1: o preço da ação oscila em torno da média móvel de 200dias ou 40 semanas com pouco volume

Como estamos falando de um estágio inicial, não é possível notar uma tendência bem definida da precificação.

Segundo Renan, nesta fase o ideal é apenas aguardar para ver se a ação chega a avançar para o próximo estágio, que implica no aumento do volume de negociações.

Fase 2: o ativo apresenta volumes maiores nos dias de alta e volumes menores nos dias de baixa (em uma frequência diária e semanal).

Aqui, a ação passa a ter um preço acima de média móvel de 150 dias – que já se encontra também acima da outra média, a de 200 dias.

Estando positivamente inclinada, a média móvel de 200 dias possui uma clara tendência de alta.

Com altas e baixas ascendentes, Renan pontua a observação de Mark sobre o comportamento dos traders neste estágio: “Essa é a fase que queremos surfar e é quando o ativo multiplica seu preço por algumas vezes”.

Portanto, como as estimativas de lucro são revisadas para cima, o crescimento se fortalece e o preço das ações se multiplica, essa é a fase de maior retorno para os traders.

Fase 3: aumento da volatilidade

A partir do alto volume de negociações, a tendência é que ocorra uma forte queda, fazendo com que o preço da ação fique abaixo da média móvel de 200 dias – que já se encontra em tendência de queda ou estado “flat”.

“A essa altura, você já deveria ter vendido suas ações”, diz Renan.

Fase 4: preço abaixo da média móvel de 200 dias e próximo da 52ª semana em queda

Com um volume que se posiciona como altíssimo em dias de queda, as médias móveis mais curtas se encontram abaixo das médias móveis mais longas.

Conforme explica Renan,  o múltiplo de uma ação pode até estar diminuindo e em um patamar mais razoável, mas com a desaceleração no crescimento, as estimativas são reduzidas e as ações sofrem um forte revés.

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