Inflação corrói 10% do poder de compra do brasileiro em 2021; saiba como se proteger

A inflação oficial do país medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 10,06% em 2021, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta terça-feira (11). Este foi o maior resultado desde 2015, quando a inflação havia sido de 10,67%. Considerando apenas o mês de dezembro, o IPCA foi de 0,73%.

A inflação acumulada do ano passado marcou quase o dobro do teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional para 2021, que era de 5,25%.

Lembrando que o IPCA é o índice oficial que mede a inflação no país, mas existem outros indicadores que também refletem a alta dos preços e que apresentaram uma alta ainda maior.

É o caso do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), medido pela FGV(Fundação Getulio Vargas) e que ficou em 17,78% no acumulado do ano passado.

Diante de um cenário de desvalorização acentuada da moeda, o que o brasileiro pode fazer para proteger seu capital?

Segundo especialistas, a melhor maneira de preservar o patrimônio da corrosão causada pela inflação é por meio de aplicações financeiras corretas, que tragam um retorno estável e com riscos controlados acima dos índices de preços.

Existem diversos investimentos que podem ser utilizados para obter ganho real (acima da inflação), mas é muito importante se observar os riscos e as assimetrias de cada uma delas.

Na mais conhecida de todas, os títulos Tesouro IPCA+, por exemplo, existe uma forte volatilidade do papel na curva e o investidor que precisar fazer saques da aplicação antes do vencimento pode ter prejuízos significativos.

Para você ter ideia, o Tesouro IPCA+ com vencimento em 2045 acumula desvalorização de 30% em 12 meses. Isso significa que um investidor que aplicou no início do ano passado e precisou retirar o valor agora perdeu praticamente um terço do valor investido.

Lembrando que essa precificação só vale para quem vende o título antes do seu vencimento. Já quem mantém a aplicação até o final recebe o valor que foi acordado no momento da compra.

Convex: retornos reais consistentes e com risco controlado

A Convex Research tem como objetivo proteger o patrimônio dos assinantes e capturar as assimetrias do mercado a seu favor.

A casa de análises se baseia em uma exposição convexa, que consiste em diminuir as chances de perdas (e limitá-las), enquanto os ganhos potenciais se tornam mais prováveis e ilimitados.

A assertividade das recomendações pode ser observada pelos resultados obtidos, sempre muito acima da inflação e da média do mercado.

Em 2021, o Portfólio Global registrou alta de 14,51% em dólares, enquanto o Global Hedge Funds Index (HFRXGL), índice usado como benchmark (referência) para os hedge funds, avançou apenas 3,69% (em US$).

Em reais, a performance do Portfólio Global ficou em +21,88%, ou seja, mais do que o dobro da inflação do período no Brasil. Ao mesmo tempo, a média de retorno dos Fundos Multimercados Investimento no Exterior foi de 5,85%.

Já o portfólio Visa acumula uma rentabilidade histórica (desde setembro de 2019) de 68,59% (em dólares) e 127,06% (em reais). Como base de comparação, o Ibovespa desvalorizou 25,26% (em US$) no mesmo período. Já o IPCA foi de 49,5% neste mesmo intervalo.

As recomendações de criptomoedas também se destacam com um retorno muito acima da média e uma volatilidade controlada. O relatório CFM (Cripto Fragility Model) rendeu 69,21% (em US$) no ano passado. Já a performance histórica, desde janeiro de 2018, é de +1323,35%, contra 198,75% do Bitcoin.

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