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Investir no exterior ficou simples e interesse dos brasileiros aumenta

Investir no exterior e acessar o mercado norte-americano já foi algo distante da maioria dos brasileiros que se perdiam nos entraves burocráticos e precisavam de capital considerável para aplicar.

No entanto, isso mudou nos últimos anos e o investidor pessoa física brasileiro passou a enxergar os mercados globais com outros olhos.

O acesso a informações sobre empresas internacionais através das mídias digitais, a profissionalização do setor, além do aumento da oferta de serviços por instituições financeiras brasileiras são fatores responsáveis por democratizar o acesso do investidor pessoa física a ativos negociados em outros países do globo.

A chegada de players que facilitam o acesso de pequenos investidores ao mercado internacional possibilitou o investimento de maneira simples e rápida, com baixo valor inicial.

O procedimento para abrir conta e investir nos EUA passou a ser bem simples: muitas vezes é exigido apenas um comprovante de residência e um documento com foto – ambos brasileiros.

ETFs facilitam investimento

Os investidores podem comprar ativos diretamente ou então aplicar de forma indireta por meio dos ETFs (Exchange Traded Fund), que são fundos de índices que possuem cotas na Bolsa de Valores e que podem ser negociados diretamente pelo home broker, como se fossem uma ação.

Eles funcionam como um “espelho” do índice que replicam, ou seja, a oscilação do ETF sempre será muito parecida com a do indicador em que ele é referenciado.

Nos EUA, além de ETFs de ações, também são bastante comuns os fundos que replicam índices de renda fixa, de imóveis (reits), commodities, entre diversos outros.

Para você ter ideia do tamanho desse mercado, O patrimônio líquido investido em ETFs Estados Unidos é de mais de US$ 6,4 trilhões, equivalente a mais de R$ 31 trilhões.

Brasileiros estão mais interessados

Os brasileiros se mostram cada vez mais interessados em realizar investimentos no exterior, de acordo com de uma pesquisa feita entre 3 e 11 de janeiro com assessores da XP ou de escritórios filiados à corretora.

Os assessores de investimentos questionaram os clientes sobre ativos que estão no seu radar para 2023. Quase metade dos 418 entrevistados mostrou interesse em títulos de dívida emitidos no exterior (bonds) com 49%, seguidos pelo dólar (48%), investimento em ações internacionais e aplicações em ETFs (fundos de índice), ambos com 33%, e alocações em fundos internacionais com 32%.

Apenas 12% responderam que não estão interessados em investimentos internacionais.

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